10 Outubro 2017

Don't wait for tomorrow.

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Don't wait for tomorrow. We help you find a good future now.

Você anda sentindo aquela vontade de virar a mesa e mudar de vida? Pois é, todos nós, em um momento ou outro, passamos por esse incômodo. A diferença é que alguns tentam, mas poucos realmente tomam o primeiro passo.

Se você está atravessando essa fase, comece a fazer já os seus planos e não deixe para amanhã, porque pode ser tarde demais. As circunstâncias mudam, outras prioridades aparecem, e se acaba perdendo a oportunidade de mudar o rumo da vida.

De acordo com pesquisas recentes, de 100 pessoas que tem a intenção em fazer intercâmbio 70% pesquisam sobre o assunto mas apenas 30 % realmente saem do Brasil.

Em matéria publicada em abril 2017 no site da Exame, há um consenso entre os consultores de recrutamento no Brasil: eles dizem que o principal ponto fraco do brasileiro é o baixo domínio do ingles, um gap, (sim, gap, palavra usada pelo mercado para definir a falha em alguma competência) que influencia negativamente no momento da contratação, na hora de uma promoção e, também, nos ganhos financeiros.
De acordo com uma pesquisa da Catho, site brasileiro de busca de empregos, o domínio de um idioma estrangeiro pode aumentar a renda em até 52%. Mas, no Brasil, apenas 5% da população fala uma segunda língua e menos de 3% tem fluência em inglês. E o problema não está só em pessoas de cargos mais baixos mas também entre os executivos da alta gerência nas grandes empresas.

A língua é tão importante que uma pesquisa da consultoria Robert Half, em parceria com a Education First, revelou que para 80% dos 100 diretores de recursos humanos entrevistados, a fluência em inglês é essencial para assumir cargos exponenciais.

Em entrevista para Você S/A, Magui Castro, sócia da Caldwell Partners no Brasil, consultoria de recrutamento de São Paulo relata:
“Não falar inglês é um impedimento de crescimento na carreira. Em um mundo globalizado, a língua é de extrema importância”. Sem a proficiência, os profissionais ficam estagnados em empresas multinacionais – isso quando conseguem passar pelo processo seletivo. “Mesmo nas nacionais, eles só chegam a um nível mediano, pois para subir é preciso ir a reuniões e congressos internacionais”, diz Magui. E as empresas não podem se dar ao luxo de ter um executivo que não se expressa em inglês – ainda mais em tempos de equipes enxutas e eficientes.

O domínio do inglês entre os brasileiros é tão baixo que o país ocupa a 41ª colocação de um ranking de 70 países desenvolvido pela EF Education First. A empresa de educação mediu a proficiência em 910 000 adultos do mundo todo (que não têm o inglês como língua nativa) em quesitos como gramática, vocabulário, leitura e compreensão. Os primeiros colocados na lista são: Suécia, Holanda e Dinamarca. O Brasil aparece atrás de países como Singapura, Peru, Equador, México e Chile.

Então chega de desculpas

A vida passa pela nossa frente como um trem, você vai entrar ou só vai ficar olhando? Afinal o tempo não pára e se você deixar para depois pode acabar desanimando e ficando no mesmo lugar, sem inglês, sem oportunidades e sem a experiência que só o intercâmbio proporciona. Mais tarde você vai olhar para trás e dizer: E se?

Seja você o próximo a dar esse passo, nós o ajudaremos a encontrar um caminho e ter um bom futuro, que pode começar agora!

(Fonte: Revista VocêS/A - Exame, Abril 2017)

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